quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

poesias do nada

Borboletas

Porque esperas coisas divinas de mortais

Porque choras por sofrer de amor

Se esperas confiança de instinto capital

De imundos humanos com multi-mascaras.

Se procuras saciar seus desejos abstratos

Concretizando seus sonhos de amadurecimento

Portanto conquiste e se deixa fluir

Se entregue no mar de rosas vermelhas.

Torna-se mágico seu amor com seus olhos

Use diálogos de alianças como mão-de-obra

E palavras como asas da sua imaginação.

Previna-se sempre de por acaso sofrer

Pois dores de decepção e desilusão

São possíveis conseqüências da maior religião.

De se entregar por meras ilusões

De coisas que não levara bem pro teu coração.

jp


Combinando ao certo talvez seja de um debi...

Tantos gêneros de duvidas aonde a única resposta serio

A um simples algo concreto hipoteticamente não aceita

Tendo perguntas relativas. que é “viver”,só,beleza...

Perguntando para mim talvez seja do capitalista

Qual o sentido da minha vida aonde só importa

Obtendo depois assim o comércio de consumidores

Varias respostas derivadas. Tendo o dinheiro como vida.

Talvez seja cientifica clara talvez seja eu...

Aonde só importa aonde meu ao redor

O ser humano como cada como família, amizade, futuro.

Nascer, crescer, reproduzir e morrer. É principalmente o melhor pra mim.

Talvez seja a lei da natureza

Aonde só importa

O equilíbrio na cadeia alimentar

Aonde nada se perde tudo é reaproveitado.

Talvez seja a religião

Aonde só importa

As ações feitas em vida

Para se retratar depois da morte.

Talvez seja como fala o poeta

Aonde se reflete

Que temos que analisar

Vivendo a vida intensamente a cada instante.

Pergunto ao sol como você aquece o universo...

Pergunto a lua como você ilumina noite escura...

Pergunto as estrelas como você brilha intensamente...

Pergunto a você como você é você...

O céu sem confins revela-me teu amor...

A vastidão do mar fala-me da tua bondade...

As altas montanhas refletem teu heroísmo...

A profundeza dos vales espelha tua humildade...

A beleza das flores traduz teu caminho...

Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...

E silenciosa, serena, sorrindo,

Continuas labutando no cotidiano da vida.


Se duvidas me acompanham

Por onde tento por acaso acertar,

De repente me perco na escuridão

Em um desatento de uma lagrima perdida.

Se problemas são necessárias em momentos

Por tanto caio diante dos meus erros,

Que se acumulam em labirintos sem saídas

Em um desatento de uma lagrima de medo.

E em cada dia a tristeza e desânimo

Levam-me para caminhos de desesperos

Em meio de vontades de obscuro suicídio.

Mas de repente me vejo no espelho

Acabado e chorando. Mas percebo...

“Se posso viver, posso ser feliz”.



Olhe como é lindo

Os pássaros cantando no amanhecer

Cortando os céus livremente

Formando bandos no por do sol.

Olhe como é lindo

O vento confuso e violento

O divertimento das gotas de chuvas

E o esplandecer de um véu de arco-íres.

Olhe como é lindo

Você esta vivo diante da vida

Sem preocupação com os problemas.

Olhe como é lindo

Poder rir por nada

Em harmonia com a natureza.

jeampierre




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