Borboletas
Porque esperas coisas divinas de mortais
Porque choras por sofrer de amor
Se esperas confiança de instinto capital
De imundos humanos com multi-mascaras.
Se procuras saciar seus desejos abstratos
Concretizando seus sonhos de amadurecimento
Portanto conquiste e se deixa fluir
Se entregue no mar de rosas vermelhas.
Torna-se mágico seu amor com seus olhos
Use diálogos de alianças como mão-de-obra
E palavras como asas da sua imaginação.
Previna-se sempre de por acaso sofrer
Pois dores de decepção e desilusão
São possíveis conseqüências da maior religião.
De se entregar por meras ilusões
De coisas que não levara bem pro teu coração.
Combinando ao certo talvez seja de um debi...
Tantos gêneros de duvidas aonde a única resposta serio
A um simples algo concreto hipoteticamente não aceita
Tendo perguntas relativas. que é “viver”,só,beleza...
Perguntando para mim talvez seja do capitalista
Qual o sentido da minha vida aonde só importa
Obtendo depois assim o comércio de consumidores
Varias respostas derivadas. Tendo o dinheiro como vida.
Talvez seja cientifica clara talvez seja eu...
Aonde só importa aonde meu ao redor
O ser humano como cada como família, amizade, futuro.
Nascer, crescer, reproduzir e morrer. É principalmente o melhor pra mim.
Talvez seja a lei da natureza
Aonde só importa
O equilíbrio na cadeia alimentar
Aonde nada se perde tudo é reaproveitado.
Talvez seja a religião
Aonde só importa
As ações feitas em vida
Para se retratar depois da morte.
Talvez seja como fala o poeta
Aonde se reflete
Que temos que analisar
Pergunto ao sol como você aquece o universo...
Pergunto a lua como você ilumina noite escura...
Pergunto as estrelas como você brilha intensamente...
Pergunto a você como você é você...
O céu sem confins revela-me teu amor...
A vastidão do mar fala-me da tua bondade...
As altas montanhas refletem teu heroísmo...
A profundeza dos vales espelha tua humildade...
A beleza das flores traduz teu caminho...
Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...
E silenciosa, serena, sorrindo,
Se duvidas me acompanham
Por onde tento por acaso acertar,
De repente me perco na escuridão
Em um desatento de uma lagrima perdida.
Se problemas são necessárias em momentos
Por tanto caio diante dos meus erros,
Que se acumulam em labirintos sem saídas
Em um desatento de uma lagrima de medo.
E em cada dia a tristeza e desânimo
Levam-me para caminhos de desesperos
Em meio de vontades de obscuro suicídio.
Mas de repente me vejo no espelho
Acabado e chorando. Mas percebo...
“Se posso viver, posso ser feliz”.
Olhe como é lindo
Os pássaros cantando no amanhecer
Cortando os céus livremente
Formando bandos no por do sol.
Olhe como é lindo
O vento confuso e violento
O divertimento das gotas de chuvas
E o esplandecer de um véu de arco-íres.
Olhe como é lindo
Você esta vivo diante da vida
Sem preocupação com os problemas.
Olhe como é lindo
Poder rir por nada
Em harmonia com a natureza.
jeampierre
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